Enviei a seguinte carta ao JSTOR e ao district attorney:

A quem possa interessar:

Gostaria de saber como os senhores viverão suas vidas irrelevantes sabendo que suas ações estúpidas induziram um ser humano extraordinário, brilhante e ÉTICO, como Aaron Swhartz, ao suicídio. Qualquer que fosse sua condição mental, foi apenas uma vulnerabilidade a criaturas e instituições tóxicas como as suas.

Marilia Coutinho, Ph.D.

 

Mais um dos filhos do Sol que se foi. Não sei se cedo ou tarde – acho que isso não se aplica. Só sei que morreu mais um humano extraordinário, um que realmente fez a diferença no mundo, um mundo tóxico demais para seu cérebro (ou mente?) tão especial. Uma coisa é certa: ele EXISTIU. Milhões reconhecem sua existência. Provavelmente é só isso que importa. Existir de verdade.