Enviei a seguinte carta ao JSTOR e ao district attorney:

A quem possa interessar:

Gostaria de saber como os senhores viverão suas vidas irrelevantes sabendo que suas ações estúpidas induziram um ser humano extraordinário, brilhante e ÉTICO, como Aaron Swhartz, ao suicídio. Qualquer que fosse sua condição mental, foi apenas uma vulnerabilidade a criaturas e instituições tóxicas como as suas.

Marilia Coutinho, Ph.D.

 

Mais um dos filhos do Sol que se foi. Não sei se cedo ou tarde – acho que isso não se aplica. Só sei que morreu mais um humano extraordinário, um que realmente fez a diferença no mundo, um mundo tóxico demais para seu cérebro (ou mente?) tão especial. Uma coisa é certa: ele EXISTIU. Milhões reconhecem sua existência. Provavelmente é só isso que importa. Existir de verdade.

 

  • fabio morais

    Marília,
    Meu nome é Fabio Morais sou do Rio de Janeiro e possuo transtorno bipolar. Tomo remédios há 10 anos e não consigo ter uma vida estabilizada. Sei que praticando exercícios físicos terei uma qualidade de vida melhor (faço exercícios, mas sempre paro. Já corri, fiz natação, pratiquei vólei, pedalei com bicicleta speed). Então, sabendo que fico melhor me exercitando achei reportagens sobre vc. Encontrei a esperança!! Gostaria de saber mais sobre a possibilidade de não tomar mais remédios e encontrar nos esportes o meu “remédio” para controlar a doença. Gostaria de me comunicar com vc.
    Att, Fabio Morais