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Criamos a MAD Powerlifting no início de 2013, mais especificamente dia 8 de fevereiro deste ano. Cerca de dois anos antes eu havia começado a responder a uma demanda das universidades por cursos sobre “força”. Me pediam cursos variados e em geral aceitavam bem minhas sugestões por correções no título e conteúdo. Mesmo assim, eram um pouco de “do Big Bang à Corrida Espacial” em termos de treinamento de força: “você pode dar um curso que fale sobre essa coisa funcional, treinamento cruzado, peso livre, transferência, treinamento tático e saúde?” ou “pode ser um sobre treinamento híbrido, esportes de força e preparação esportiva?”.

Não demorou muito para eu perceber que isso era uma resposta dos organizadores à resposta do público interessado – meus leitores, alunos deles – ao que eu escrevia e fazia no campo do treinamento de força. Eu mantinha uma coluna no tradicional Jornal da Musculação e Fitness onde publiquei artigos sobre temas que iam desde “pegada”, “treinamento tático”, “Pilates” ou “Kettlebells” até o movimento intelectual no campo do treinamento em direção a formas mais integrativas de se pensar o corpo e a força.

Dei cursos sobre “tudo” e sobre algo. Em 2012, Joel Fridman e eu criamos o curso sobre 5 levantamentos, integrando os dois levantamentos olímpicos (arranco e arremesso) e os três básicos (agachamento, supino e levantamento terra). Foi e é um enorme sucesso.

No entanto, aos poucos a demanda fundamental sobre aquela primeira percepção difusa de que “alguma coisa está faltando em nossa formação” foi se cristalizando num pedido: queremos aprender os levantamentos básicos.

Pois é: tinha curso sobre tudo menos um que desse conta do que há de mais básico nos padrões de motricidade humana: o alfabeto básico do movimento. Não havia nenhum curso abordando agachamento, supino e levantamento terra.

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