(Projeto de crowdfunding “Força para a Força” – clique e apoie!)

O motivo zero, me disseram, é que você ganha recompensas em todas as categorias de apoio, desde as mais modestas até as corporativas. Isso sempre é uma vantagem, certo?

Mas tem a questão da identidade. Você se identifica com o projeto? Se sente no lugar da gente, de alguma maneira?

Abaixo, sete bons motivos para você apoiar o projeto, caso seja:

  1. Atleta
  2. Educador físico
  3. Feminista
  4. Artista
  5. Estudante interessado em questões sobre corpo
  6. Empresário
  7. Cientista
  8. Qualquer outra pessoa que valorize a cultura

Ache o seu!

 

Atleta?

Então você pode imaginar minha relação com o powerlifting. Ontem eu recebi o link do Powerlifting Watch, o portal que compila os resultados de todas as federações, com o ranking atualizado. Fiquei olhando, um pouco sem saber o que pensar diante da tabela que mostrava que eu sou a única latino-americana a estar no primeiro lugar do ranking mundial de todas as federações, em qualquer classe de peso, na categoria absoluta. Saber que seu esporte é a base de todo treinamento esportivo e todo treinamento em geral, que você é a primeira do mundo e ainda assim não tem apoio que garanta com segurança sua performance. Exceto pelo suporte de algumas empresas heróicas, nenhuma das quais tem condições de arcar com esse ônus (o que as faz mais heroicas: Fast Nutrition, Jorge Reis Manipulação Farmacêutica, Crossfit Brasil, SUUM), eu caminho como dá. Cada vez que eu volto ao Brasil, sozinha e vejo aquele aeroporto quente e povoado de caras desconhecidas, dá uma sensação esquizofrênica de ter duas vidas: uma fora daqui e outra dentro. A mídia vem, a imprensa gosta dos meus pensamentos, a TV também. Todo mundo lucra um pouco.

Você, que é atleta, já chegou a esse estágio? Títulos e recordes mundiais, alto ranqueamento? Gostaria de chegar lá? Pois é, você vai precisar de apoio ou então você vai viver com um buraco imenso na sua conta bancária.

O que a gente está tentando implantar é um sistema de “um ajuda o outro”. Pense em você e apoie nosso projeto. Por você!

 

Educador físico?

Você já pensou em dar aula de educação física (mesmo que não seja “musculação”, hein) sem usar os movimentos de AGACHAR, EMPURRAR e PUXAR? Pois é, não dá. Sabe qual é o esporte que fornece o repertório para os fundamentos do movimento humano, o que chamamos de alfabeto básico? O POWERLIFTING. Veja: o agachamento é o ato de agachar; o supino é o ato de empurrar; o levantamento terra é o ato de puxar.

Sem esses fundamentos, não existe MOVIMENTO HUMANO. A cultura necessita da performance extrema em qualquer atividade para que ela seja compreendida e socializada. Já pensou que sem a fórmula 1 não teríamos carros econômicos com a tecnologia que temos hoje?

Além disso, quem ensina essas coisas? Sabe quem é o primeiro auto latino-americano que publicou um livro sobre estes movimentos? Eu. Isso mesmo: Coutinho, M. “Powerlifting: de volta ao Básico”, Editora Phorte, 2011. Tem 400 páginas, mais ou menos.

Você acha que eu teria esse grau de profundidade, que eu compartilho com você, se eu não vivesse isso até a última fibra do meu coração? A resposta é NÃO. O conhecimento mais profundo é produzido com imersão, entrega e experiência.

Meus títulos acadêmicos de pouco valeriam sem minha vivência como atleta.

Então, por você, apóie nosso projeto! Com qualquer valor!

 

Feminista?

Se você é feminista, somos iguais. Eu também sou e milito fortemente. Você deve saber o que é sofrer violência verbal o tempo todo, ameaças e acusações por escrito e até físicas por defender a transformação de uma ordem injusta de dominação patriarcal.

Minha história com as questões de gênero vai lá para trás e foi bem explorada, no bom e no mal sentido, pela imprensa. Leia aqui a que eu considero a melhor cobertura até agora.

Poucas sabem, no entanto, da violência machista que eu enfrentei DENTRO do esporte. Só eu? Você realmente acha? Claro que não! No entanto, num esporte onde, na America do Sul, praticamente todas as mulheres praticantes vêm de estratos sociais sócio-economicamente prejudicados, têm pouca educação formal e cresceram sob opressão machista, quantas você imagina que levantam a cabeça e enfiam o dedo na cara do opressor? Se a mim, que não tenho essas desvantagens, isso custou extremos de violência e uma ruptura muscular, imagine as demais?

Então, irmã, por você, pela força feminina que eu represento, pela confrontação dos poderosos inescrupulosos em todas as instituições, pelo enfrentamento do estereótipo estético veiculado pela indústria da beleza, APOIE NOSSO PROJETO!

 

Artista?

Você é? Eu também. Assista o vídeo abaixo onde eu descrevo minha arte, como ela é arte, por que ela é arte e o quão artista eu sou.

E se você é artista, já comeu grama para manter-se fazendo a única coisa que dá sentido à sua vida: sua arte.

Apoie nosso projeto, por você!

 

Estudante interessado em questões sobre corpo?

Então você precisa de nós. Você já entendeu que boa parte dos seus professores pode contribuir para a sua formação, mas falta “alguma coisa”. Assista o vídeo abaixo. E então, APOIE NOSSO PROJETO! Não tem grana? Não precisa: existem categorias de apoio de R$25,00, coisa que você gasta num lanche. Quer contribuir com menos? Pode também!

 

Empresário?

Já pensou o que 20 mil seguidores em mídia social, blogs e sites pode representar em termos de marketing para você? É o que você recebe em troca do seu apoio, além de outros benefícios, conforme o montante. De qualquer forma, você sai ganhando. Faça as contas.

Agora, se além do benefício do marketing você acredita em responsabilidade social, então é a sopa no mel, pois apoiando este projeto, você investe em todos os desdobramentos culturais que ele pode trazer.

 

Cientista

Você é? Eu também. Aqui está meu Lattes, para comprovar. Atualmente, ando envolvida com colegas que estão formalmente inseridos no sistema universitário para publicar artigos de pesquisa sobre força. Sabe por que? Porque sem o objeto (o atleta de força), é bem difícil estudar o fenômeno. Temos uns seis projetos em andamento. Boa parte deles tem uma relação íntima com a minha vivência como atleta e isso todos os meus co-autores concordam. Então, em nome do conhecimento científico, APOIE NOSSO PROJETO!

 

Qualquer outra pessoa que valorize a cultura?

Esporte é cultura, arte é cultura, ciência é cultura. Por qualquer lado que você olhar, você está investindo cultura ao apoiar nosso projeto. Não custa quase nada para você, suas recompensas são muito interessantes e você fica com a certeza de que saiu do lado certo da fotografia, apoiando o que há de bom na nossa civilização: o tripé cultural.