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Decisão: por que ela é sua e como tomar a melhor

Decisões. A vida é cheia delas, não é mesmo? Na verdade, é um pouco mais que isso. A vida, ou qualquer “estado de coisas” numa sociedade, é produto da combinação entre o estado prévio, o acaso e o arbítrio, ou seja, decisão. Passar mal com o calor insuportável dos verões destes últimos anos é produto […]

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A série “O Açougue”

Os artigos da série “O Açougue” foram originalmente publicados no portal “Blogueiras feministas”. Foram dos textos mais lidos dessa literatura digital dita feminista no ano de 2013. Digo “dita” porque creio que o conteúdo do Açougue, embora foque na fragmentação  simbólica do corpo feminino, vai além da agenda que eu considero definidora do feminismo, ou

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A barriga – série O Açougue

Entramos no nosso terceiro capítulo da série “Açougue” (leia também “bunda”  e “peito” ). Saímos dos dois itens que, no imaginário publicitário definem a mulher: peito e bunda. E as demais partes do corpo, seriam menos estigmatizadas por marcas ideológicas de gênero? Penso que não. Penso que em todas as partes para onde dirigirmos nosso

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Mãos – série O Açougue

Na série “Açougue”, estamos examinando cada corte do corpo feminino para entender como sua “feminilidade” foi socialmente construída segundo agendas opressivas às mulheres. Vimos como a bunda , o peito  e a barriga  feminina são construídas segundo estéticas desumanizadas e ditadas por interesses estranhos às mulheres e como estas estéticas ferem até mesmo as funções

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Peito – série o Açougue

Todos os diálogos abaixo são reais. Diálogo 1 Casal jovem, em torno de seus vinte anos, na cama, logo após transar, início dos anos 1980s: (ele) “Já pensou em fazer uma cirurgia?” (ela) “Como assim?” (ele) “Reduzir um pouco, uma plástica nos seios”   Diálogo 2: Duas mulheres, a primeira com próteses mamárias, a segunda

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Formolatria: por que eu fico inventando palavras e expressões

Por que eu fico inventando termos e expressões? Por que chamar de alienação corporal uma condição que já era confortavelmente chamada de “separação mente-corpo”? Por que inventar essa, agora, da formolatria? Em primeiro lugar, porque a língua é dinâmica. Nenhum idioma é um acervo de vocábulos de onde o usuário recolhe os que vai usar

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