O Cleiton Alves, que já se tornou meu herói do dia, me perguntou “além do projeto ‘Força para a Força’, de que outras formas podemos ajudar”?

Deu vontade de chorar. Ninguém pergunta isso. Recebo dezenas de pedidos de AJUDA por dia, mas ninguém se oferecendo para ajudar. Então vai aí uma lista de coisas que podem ajudar, e muito:

1. contatos e outras formas de minimizar os custos do nosso treinamento e competição. A verdade é que é o máximo que podemos almejar: minimizar custos.

2. Contatos e apoio de supermercados e açougues. Se eu conseguir uma parceria/patrocínio com uma organização deste tipo, isso me reduz cerca de 1200,00 por mês de despesa! Parece idiota, mas para manter SAÚDE com essa performance, nossa alimentação não é arroz e feijão: é carne, castanha, ovos, leite de soja e outras coisas bem caras.

3. Passagens: se uma companhia aérea nos patrocinar eu dou um beijo na boca do dono.

4. Serralheiro, madereira, torneiro: precisamos disso tudo para construir os equipamentos com os quais treinamos.

5. Ferros velhos e/ou empresas de reciclagem de pneus: precisamos de correntes e pneus

6. Pessoal que trabalha em hospital e/ou laboratório de pesquisa (calma, não estamos pedindo remedinho, não!): tripa de mico hospitalar. Super necessário e complementa as bandas elásticas que já usamos, mas esse tipo de coisa desgasta

7. Caixas de madeira, caixas de metal, barris, etc