Estou comendo o pão de mandioquinha que a Dona Doraci me deu. Ela trabalha na minha academia. É um pão maravilhoso e, nesses tempos em que a tensão e as pressões de trabalho me tiram a fome, é uma benção. Nessas condições, só consigo comer comidas temperadas com carinho. Como os quibes assados da Silvia e do Paulo, no Marratz, onde a Mel me levou para comer depois de quatro dias vivendo de whey.
De volta ao pão de mandioquinha. Dona Doraci me contou que também faz pães de batata. Não perguntei se faz pães de abóbora.
Minha mãe faz pães de mandioquinha, batata e abóbora, mas há muito tempo não faz os de abóbora. Eram os preferidos do Diogo, meu sobrinho. Talvez por isso, desde que ele se foi, não tenha tido pão de abóbora em casa.
Sinto falta dos pães da minha mãe, que está viajando. Mas ela chega amanhã e provavelmente a semana que vem teremos novamente os pães e também as outras coisas temperadas com afeto.

Marilia


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