Eu tenho uma porção de boas notícias e algumas explicações a dar:

  1. Eu continuo escrevendo e falando português, logo abaixo explico onde e como. Nos meus canais principais, no entanto, eu tive que fazer uma opção: em primeiro lugar, ninguém tem tempo para escrever profundamente e se traduzir. Tradução consome quase tanto tempo como a produção literária original. Nem dando conta do que eu tenho que escrever em um ou outro idioma eu estou, quanto mais me traduzir.
  2. As mídias “marilia” são o meu website (que, mesmo assim, tem bastante produção em português), www.mariliacoutinho.com (clique na bandeira do Brasil para os artigos em português), a minha página no Facebook, o meu Instagram, o meu LinkedIn, meu Youtube, etc. Isso é preferencialmente em inglês. Em parte foi planejado, em parte foi natural. As coisas foram caminhando, principalmente com a consolidação de uma equipe forte na MAD Powerlifting, que hoje tem suas próprias midias, vozes falando em português e mãos produzindo excelente literatura técnica neste idioma. Isso, minha gente, chama-se divisão de trabalho.
  3. Nesta divisão de trabalho, muito do que eu escrevo em inglês, o Hugo Quinteiro escreve em português nas mídias dele. Sigam o Hugo, o André Giongo, o André Hohl, o Luciano Dias, o Vinicius Barbosa e o resto da equipe MAD Powerlifting.
  4. Muitos dos textos do blog da MAD são e continuarão sendo de minha autoria, bem como o material da comunidade NING da MAD. Grande oportunidade para ler o que eu tenho a dizer em Português.
  5. Eu modero e escrevo em diversos grupos do Facebook em português:

Loucos no controle da loucura (soluções embasadas e criativas para o sofrimento mental)

Aliança Nacional da Força

Proatividade Alimentar

Liga Brasileira de STRONGMAN

Levantamentos de Peso

Nutrição Esportiva Baseada em Evidência

Viram? Eu não sumi: apenas estou em lugares diferentes. É só me encontrar lá. Criar mais um perfil-Brasil no Facebook seria insuportável. Midia social séria toma tempo, muito tempo. Tempo que cada vez menos eu terei.

  1. Embora esse último período tenha sido pontilhado de experiências muito decepcionantes, uma atrás da outra, aqui no Brasil, é inegável que eu nasci e vivi muito tempo aqui. Por mais que eu me declare uma cidadã do mundo, eu tenho inúmeras questões não resolvidas com o Brasil e a maior parte delas diz respeito a uma luta que vai me acompanhar até a morte pela ética, pela honra, pelo respeito à ciência e às tradições que trouxeram a Humanidade até aqui com algo de valor. Eu sei que é uma guerra perdida e que talvez pareça coisa de louco lutar batalhas duras sabendo o resultado da guerra. Até aí, a carteirinha de louca eu já tenho. E fé é uma coisa que eu tentei perder, mas não consegui. Fé é a determinação irracional em cumprir um determinado objetivo, ou a crença igualmente irracional no sucesso de forças do bem contra as do caos e do mal.