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226lbs bench press @129lbs Sunday = I’m alive and lifting, unlike previously predicted

That was the WPC National Bench Press Championship, held this Sunday, April the 20th. The date had a bag full of meanings to me: it would be the first “real” competition I would take part in Brazil. Before that I lifted with the older federation, where, in this part of the world, many weird things happen that affect the nature of the sport itself, and later, I took part on a number of backyard meets, most displaying some type of flag absolutely devoid of normative meaning. In other words, things that resemble powerlifting, but are not.

In 2009 a group of people and myself created an organizational alternative, the ANF (National Strength Alliance), which I gave up on a number of times until finally, in 2013, we managed to successfully hold two impeccable competitions.

From 2011 until last Sunday, I only lifted abroad. I won a couple of World Championships (after all, we had the ANF, so I represented the country even if here I was unable to do anything), broke a number of world records and even a historical record in 2011. I became international referee for two organizations, yet I had not lifted in Brazil yet.

It would be the first time I would get into a properly organized, safe, fair and impeccably well ruled platform here.

It was also my first competition after being released from the hospital. Last December, I was hospitalized with a serious spinal infection called spondylodiscitis. It destroyed the disk between two vertebrae on the lumbar region: L3 and L4. These vertebrae were partly destroyed (osteolyzed) and the only outcome for this condition is what is called an ankylosis. Ankylosis is the fusion of the two partly destroyed vertebrae. This is not an easy or fast process. However, the real problem is the unavailability of data concerning its occurrence in high performance athletes.

I hesitated too much to seek hospital care and only did this when the excruciating pain wouldn’t subside even with oxycodone, I couldn’t move and a slight fever appeared. On my second day at the hospital I developed septescemia. Another interesting close encounter with death.

So, the second meaning for this competition is being meaningfully alive: alive and lifting, since I have no interest in being alive without lifting.

The third meaning was an elegant empirical falsification of the incompetent physicians’ thesis that I would: 1. Remain immobilized for six months; 2. Never lift again. It hasn’t been four months since I was released from the hospital. I never wore the hard corset they prescribed. I tried to wear the other, more flexible one, which only hurt my back. I tried for about a week. In less than a week I was benching. In less than two months I was squatting again. There you are: this is what I call a crucial disproval of a thesis.

Many thanks to my family (my treasure) and the friends who supported me from all parts of the world (Hugo Quinteiro, Andre Giongo, Morgana Buzin, Andre Hohl, Eduardo Saigh, Carlos Daniel Llosa, Felipe and Nathalia Paz, Shawn Lattimer, Joe Smolinski, Howard Penrose, Jack Kottwits, Jouko Kiesiläinen and others that I apologize for not naming here), to my sponsors (FAST Nutrition, Ortesp orthopedics clinic, Dr. Rafael Knack and SUUM) and to my students. Thanks, too, to my ever-present protector who makes himself present any time I’m in danger and then disappears into the mists. Thanks, Angel, you can be complicated, but you’re always there for me.

 

22 de abril de 2014 0 Comments
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Correntes, elásticos, barras instáveis: a estabilidade é a mãe da força – por que fazer o curso de powerlifting nível 3 (equipamentos)

Quando estamos próximos da execução de um movimento voluntário máximo, o sucesso ou fracasso quase sempre são determinados pela eficiência do mesmo. Eficiência nos movimentos tem sido abordada principalmente do ponto de vista da economia energética. No entanto, sabemos que a eficiência de um gesto está relacionada à proporção ótima de ativação das cadeias musculares implicadas, o que, por sua vez, é uma função da coordenação intra-muscular e do equilíbrio. O gesto eficiente é aquele onde atuam de forma ótima, com recrutamento e velocidade ótima, os músculos que devem atuar.

Próximo do esforço voluntário máximo com pesos livres, a capacidade de controlar os fatores intrínsecos de instabilidade é crítica. Recrutar muito mais músculos e de forma pouco coordenada é uma reação de qualquer um não familiarizado com determinada carga ou determinado movimento.

Quando ensinamos o agachamento e um indivíduo o realiza pela primeira vez, o movimento não está automatizado. Todos os movimentos do gesto e todos os comandos necessários para sua boa execução são pensados e isso torna a tarefa ineficiente, lenta e desajeitada.

Mais tarde, quando se aumenta a carga de um gesto conhecido, novamente a falta de familiaridade faz com que haja um recrutamento maior que o necessário de músculos (não necessariamente estabilizadores) e perda de coordenação geral.

Treinos em que se introduz elementos de instabilidade são fundamentais para aumentar a eficiência dos levantamentos. Assim são os treinos com correntes, elásticos e elementos pendulares. Ao caminhar para trás com a barra carregada com correntes ou com pesos pendulares, todos os movimentos se tornam instáveis. O estímulo de estabilização promovido por este tipo de treino resulta em maior eficiência do gesto alvo.

Esta é uma estratégia utilizada no agachamento e no supino.

Correntes e elásticos promovem outro efeito importante na melhoria da eficiência dos levantamentos: ele alteram a curva de tensão ao longo das fases excêntrica e concêntrica. A barra tem uma carga total diferente a cada altura, visto que mais elos da corrente são acrescentados à medida em que ela sobe. Com o elástico, quanto mais esticado, maior a tensão exercida.

Este efeito tende a ter um resultado maior na eficiência da finalização dos movimentos.

Outro equipamento que trabalha um segmento do movimento separado dos demais são os boards. Feitos de tábuas empilhadas produzindo retângulos de espessura variada, os boards permitem alterar a trajetória de finalização do supino. Como diferente dos “dead benches” ou “dead presses” (supino feito dentro da gaiola, com a barra fixada numa altura determinada pelas espadas laterais), os boards permitem que o levantador desça com a barra no próprio corpo coberto pelo equipamento (board), que é sustentado pelo tronco.

No levantamento terra, diferentes arranjos de elásticos e correntes permitem trabalhar cada segmento crítico do levantamento.

Os treinos feitos com equipamentos contribuem não apenas com a maior consciência sobre a segmentação do gesto, melhoria nas fases que se deseja trabalhar como principalmente uma melhora na estabilidade geral do gesto. E, como sempre repito, a estabilidade é a mãe da força.

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17 de abril de 2014 0 Comments
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Por que treinar pegada e por que um curso sobre pegada

A pegada humana foi e continua sendo um grande objeto de estudo e controvérsia científica. Única entre todos os animais, a pegada com polegares opositores foi uma revolução evolutiva que até hoje desafia paleontólogos, anatomistas e antropólogos a interpreta-la.

O fato é que a pegada humana, que envolve principalmente as mãos, mas também o antebraço e se reflete na resposta motora do corpo todo, tem implicações diversas.

Estudos apontam uma forte relação entre a força de pegada e a saúde geral do indivíduo, especialmente em idosos. A força da pegada num determinado dia pode ajudar a prever o desempenho de um atleta naquele dia. A força da pegada, finalmente, está relacionada ao bom desempenho nas tarefas cotidianas.

Pouca gente se dá conta de que a pegada insuficiente para uma tarefa frequentemente acarreta uma compensação negativa postural geral, disparando efeitos lesivos em estruturas aparentemente não relacionadas às mãos e ao ato de pegar.

Para boa parte dos atletas, a pegada está intimamente relacionada à sua performance.

Então vamos treinar pegada, certo?

Pois é, mas temos problemas aí: por motivos ainda desconhecidos, a transferabilidade do ganho de força de pegada em determinados exercícios pode ser baixa para as tarefas-alvo. O quão específico e o quão transferível é um gesto, não sabemos.

Os exercícios para pegada, por outro lado, podem não ter apenas como objetivo a melhora de um gesto especificamente dependente de pegada, como certos golpes nas artes marciais, um arranco, um arremesso ou um levantamento terra. Eles podem estar relacionados com a prevenção e tratamento de lesões crônicas de cotovelo e punho.

Por todos estes motivos e por uma completa ausência de recursos organizados para compreensão e treinamento de pegada é que organizamos este curso.

O público que temos em mente envolve desde treinadores e atletas de artes marciais e esportes de força, até fisioterapeutas, ortopedistas e outros profissionais da área da saúde.

Como todo curso da MAD Powerlifting, será um curso prático-teórico com ênfase na prática (80% do tempo do curso).

Se você é humano, finalmente, é uma boa pedida entender-se com algo tão específico à nossa espécie, não é mesmo?

Para fazer o curso  do dia 11 de maio, envie e-mail para mad.powerlifting@gmail.com e solicite instruções para se inscrever.

16 de abril de 2014 0 Comments
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Pronated and alternate grip for the deadlift

I believe it is a consensus that training the pronated grip for the deadlift will improve both grip strength and the deadlift itself. As Altug Dural described his protocol (the 1-2-3 ladder), I became curious and started to ask around about people’s pronated grip deadlift PR. Most people don’t know and never tried to measure that. For those who did, I observed a variation from 62% to 78% of the alternate grip deadlift PR for men with big hands.

My hand is small even considering women’s small hands. It is especially small. I’ve been training my pronated grip real hard for months and I finally managed to lift… less than 50% of my alternate grip dealift. To be precise, 46%. And that is a great improvement over the previous 28% ratio.

When I fell in love with powerlifting, my chief concern was the deadlift. I had been diagnosed years before as having some “idiopathic shit” on my right hand when I was a fencer. With cortisone infiltration, as was default at the time, my grip became even weaker. As I decided to become a powerlifter, I started working on my grip and I was amazed on how successful I was in improving it. I became a mediocre deadlifter – not a shitty one.

My deadlift is much better now, but the limit is still the grip. I wonder how far a small handed lifter can improve the pronated/alternate grip ratio.

That is something to keep studying and trying to understand more about grip strength and its role in overall strength.

16 de abril de 2014 0 Comments