Desde a virose extra-terrestre de três semanas atrás, minha fome e meu paladar mudaram. Às vezes em menos de 3h, lá vem ela. Vem do nada, como um ovo meteórico do céu e estala-se no meu cérebro: FOME.

A partir daí, nada funciona até que eu me alimente. E precisa ser rápido, movido a uma urgência que contém algum risco. Risco do que? Uma hipoglicemia? Às vezes.

Parece meu computador quando o triângulo amarelo anuncia o fim da bateria.

Quando a fome é de comida salgada, o que funciona são as sopas de baixíssima gordura, feitas com peito de frango ou com patinho moído. O que aconetceu com minha fissura por contra-filé e picanha? Não sei…

Hipoglicemias

Não importa o quanto carbo de baixo índice glicêmico antes do treino eu consuma: elas têm vindo. Num certo momento, uma tontura, uma sensação subjetiva repentina de muito esforço ou uma fadiga grande a anunciam: hipoglicemia. Investigamos tudo: exames normais.