No carnaval, meu desk pifou: vários problemas na placa, já velha, e resolvi montar outra máquina. Tudo certo, pois os HDs (o da máquina e o externo, usado para backup) estavam intactos

No note, novinho, Acer, comprado recentemente nos Estados Unidos, havia muita coisa não backupeada, incluindo 4 meses de trabalho que retomei do meu livro principal (“A Força e a Morte”) e dois cursos (ppt, planejamento, referências, etc). Durante minha recuperação da discite, a locomoção era difícil e sentar impossível, de modo que tudo ficava no note.

O HD externo do servidor era pequeno para fazer todos os backups necessários.

Uma semana após a chegada da nova máquina, o note parou de funcionar. Numa sexta feira antes de um fim de semana de curso da MAD. Felizmente o ppt estava no desk.

O problema era muito mais grave do que o do desk. Embora a solução para o problema do desk tenha sido montar outra máquina (ótima, rápida e barata porque meu fornecedor é o mesmo há anos), coisa de uns 2 paus e pouco, a solução para o note não existiu. Troquei por uma merreca o HD (menos de 300 reais) mas os dados… foram perdidos para sempre. Mandei para uma empresa de recuperação de dados e eles tentaram de tudo, sem sucesso.

Isso brocha qualquer escritor. Foram 4 meses de pesquisa e criação jogados no lixo só no livro (fora os cursos, que são criação braba, tudo novo, pois a MAD não oferece cursos de conteúdo que NENHUM outro treinador tenha nem de perto uma abordagem semelhante).

Estou retomando agora. Uma das decisões para isso acontecer foi sacrificar um bando de coisas que tomavam meu tempo. Eram  os projetos coletivos, que, pela minha personalidade, eram pelo menos 60% executados por mim (no mínimo). MEA CULPA. E o processo não é simples nem indolor, pois meus parceiros têm que se ajustar a uma marilia que não quer mais ter essa onipresença, onisciência e poder todo.

É a vida – meus livros valem a pena o sacrifício do que quer que seja de coletivo e vocês, leitores, alunos e seguidores, serão os beneficiados.

 

beijokas nos que são de beijoka e um simbólico abraço aos demais