“Eu sou foda, eu sou demais, eu não consigo viver sem mim”

Em 1995, pouco depois de defender meu doutoramento e na condição mais ou menos de João Ninguém no cenário científico, tive o privilégio de conhecer o Prêmio Nobel Joshua Lederberg. Foi em Nova Iorque, pouco depois de voltar da Bélgica, onde eu havia apresentado dois trabalhos num congresso internacional. Como especialista em sociologia da ciência […]

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